338 – A família em transformação: laços de família

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Sergio Bezerra de Menezes: “A família é a base fundamental sobre a qual se ergue o imenso edifício da sociedade. Toda vez que a família se enfraquece a sociedade experimenta conflitos, abalada nas suas estruturas.”

 

Joanna de Ângelis  – Constelação Familiar

 

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Sergio Bezerra de Menezes: Uma família é um grupo de duas ou mais pessoas relacionadas por nascimento, casamento ou adoção que vivem juntas; todas essas pessoas relacionadas são consideradas membros de uma família. (Merriam-Webster)

 

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Sergio Bezerra de Menezes: Cerca de 83% da população mundial vive em países com um tamanho médio de família de 2,3 a 5 pessoas. O tamanho das famílias está a diminuir globalmente em cerca de 0,5 pessoas por década, impulsionado por famílias menores e mais famílias monoparentais, especialmente em regiões desenvolvida. (United Nations)

 

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Sergio Bezerra de Menezes: https://ourworldindata.org/grapher/share-of-households-by-type

 

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Sergio Bezerra de Menezes: Household composition by type, 2020

 

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Grupo de Estudos Avançados Espíritas: Alguma pergunta específica?

 

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ROBERTO ANTONIO Aniche: Recomendo um filme antigo, com uma definição atualizada de família nos moldes do desmonte moral de muitas famílias.

 

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ROBERTO ANTONIO Aniche: https://www.youtube.com/watch?v=Kpj6b3xxzsg

 

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Mauro Uhle: Crescimento populacional de hoje:  135,470

 

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Paulo dos Santos: Os animais estão cada vez mais fazendo parte da familia.  Como podemos considerar este aspecto na formação da família, nova estrutura?

 

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Mauro Uhle: A inteligência artificial entrou com força no cotidiano de muitas famílias e pode estar transformando ajuda em dependência.

 

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Paulo dos Santos: No condominio que resido há mais animais que moradores ( cães , Gatos e pássaros), crianças  até 10 anos então, estão em número ainda menor na proporção por família.

 

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Sergio Bezerra de Menezes: L.E. 205. A algumas pessoas a doutrina da reencarnação se afigura destruidora dos laços de família, com o fazê-los anteriores à existência atual.

 

“Ela os distende; não os destrói. Fundando-se o parentesco em afeições anteriores, menos precários são os laços existentes entre os membros de uma mesma família. Essa doutrina amplia os deveres da fraternidade, porquanto, no vosso vizinho, ou no vosso servo, pode achar-se um Espírito a quem tenhais estado presos pelos laços da consanguinidade.”

 

  1. a) – Ela, no entanto, diminui a importância que alguns dão à genealogia, visto que qualquer pessoa pode ter tido por pai um Espírito que haja pertencido a outra raça, ou que haja vivido em condição muito diversa.

 

“É exato; mas essa importância assenta no orgulho. Os títulos, a categoria social, a riqueza, eis o que esses tais veneram nos seus antepassados. Um, que coraria de contar como ascendente honrado sapateiro, orgulhar-se-ia de descender de um gentil-homem devasso. Digam, porém, o que disserem, ou façam o que fizerem, não obstarão a que as coisas sejam como são, que não foi consultando-lhes a vaidade que Deus formulou as leis da natureza.”

 

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Carla Pontes: INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS.

 

A ingratidão dos filhos e os laços de família.  †

Tema principal

  1. A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo; ela revolta sempre os corações honestos; mas a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso; é, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. 2 Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.

 

3 Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. 4 Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentre eles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas consequências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas; compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade; 5 ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.

 

6 Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à ideia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, talvez, os haveres, a honra, a família. 7 Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários. Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes deem forças, no momento mais decisivo da prova.

 

8 Por fim, após anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na família daquele a quem detestou, e pede aos Espíritos incumbidos de transmitir as ordens superiores permissão para ir preencher na Terra os destinos daquele corpo que acaba de formar-se. 9 Qual será o seu procedimento na família escolhida? Dependerá da sua maior ou menor persistência nas boas resoluções que tomou. 10 O incessante contato com seres a quem odiou constitui prova terrível, sob a qual não raro sucumbe, se não tem ainda bastante forte a vontade. 11 Assim, conforme prevaleça ou não a resolução boa, ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver. É como se explicam esses ódios, essas repulsões instintivas que se notam da parte de certas crianças e que parecem injustificáveis. Nada, com efeito, naquela existência há podido provocar semelhante antipatia; para se lhe apreender a causa, necessário se torna volver o olhar ao passado.

 

12 Ó espíritas! compreendei agora o grande papel da humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; inteirai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma; tal a missão que vos está confiada e cuja recompensa recebereis, se fielmente a cumprirdes. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro.

 

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Carla Pontes: Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe perguntará Deus: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por culpa vossa ele se conservou atrasado, tereis como castigo vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que fosse ditoso. Então, vos mesmos, assediados de remorsos, pedireis vos seja concedido reparar a vossa falta; solicitareis, para vós e para ele, outra encarnação em que o cerqueis de melhores cuidados e em que ele, cheio de reconhecimento, vos retribuirá com o seu amor.

 

14 Não escorraceis, pois, a criancinha que repele sua mãe, nem a que vos paga com a ingratidão; não foi o acaso que a fez assim e que vo-la deu. Imperfeita intuição do passado se revela, do qual podeis deduzir que um ou outro já odiou muito, ou foi muito ofendido; que um ou outro veio para perdoar ou para expiar. Mães! abraçai o filho que vos dá desgostos e dizei convosco mesmas: Um de nós dois é culpado. Fazei-vos merecedoras dos gozos divinos que Deus conjugou à maternidade, ensinando aos vossos filhos que eles estão na Terra para se aperfeiçoar, amar e bendizer. 15 Mas oh! muitas dentre vós, em vez de eliminar por meio da educação os maus princípios inatos de existências anteriores, entretêm e desenvolvem esses princípios, por uma culposa fraqueza, ou por descuido, e, mais tarde, o vosso coração, ulcerado pela ingratidão dos vossos filhos, será para vós, já nesta vida, um começo de expiação.

 

16 A tarefa não é tão difícil quanto vos possa parecer. Não exige o saber do mundo. Podem desempenhá-la assim ignorante como o sábio, e o Espiritismo lhe facilita o desempenho, dando a conhecer a causa das imperfeições da alma humana.

 

17 Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se; 18 todos os males se originam do egoísmo e do orgulho; 19 espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores do gérmen de tais vícios e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas; 20 façam como o bom jardineiro, que corta os rebentos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore. Se deixarem se desenvolvam o egoísmo e o orgulho, não se espantem de serem mais tarde pagos com a ingratidão. 21 Quando os pais hão feito tudo o que devem pelo adiantamento moral de seus filhos, se não alcançam êxito, não têm de que se inculpar a si mesmos e podem conservar tranquila a consciência; 22 à amargura muito natural que então lhes advém da improdutividade de seus esforços, Deus reserva grande e imensa consolação, na certeza de que se trata apenas de um retardamento, que concedido lhes será concluir noutra existência a obra agora começada e que um dia o filho ingrato os recompensará com seu amor. (Cap. XIII, n.º 19)

 

23 Deus não dá prova superior às forças daquele que a pede; só permite as que podem ser cumpridas; 24 se tal não sucede, não é que falte possibilidade: falta a vontade; 25 com efeito, quantos há que, em vez de resistirem aos maus pendores, se comprazem neles; a esses ficam reservados o pranto e os gemidos em existências posteriores; 26 admirai, no entanto, a bondade de Deus, que nunca fecha a porta ao arrependimento. Vem um dia em que ao culpado, cansado de sofrer, com o orgulho afinal abatido, Deus abre os braços para receber o filho pródigo que se lhe lança aos pés. 27 As provas rudes, ouvi-me bem, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando aceitas com o pensamento em Deus. 28 É um momento supremo, no qual, sobretudo, cumpre ao Espírito não falir murmurando, se não quiser perder o fruto de tais provas e ter de recomeçar. Em vez de vos queixardes, agradecei a Deus o ensejo que vos proporciona de vencerdes, a fim de vos deferir o prêmio da vitória. Então, saindo do turbilhão do mundo terrestre, quando entrardes no mundo dos Espíritos, sereis aí aclamados como o soldado que sai triunfante da refrega.

 

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Carla Pontes: De todas as provas, as mais duras são as que afetam o coração; 30 um, que suporta com coragem a miséria e as privações materiais, sucumbe ao peso das amarguras domésticas, pungido da ingratidão dos seus. 31 Oh! que pungente angústia essa! Mas, em tais circunstâncias, que mais pode, eficazmente, restabelecer a coragem moral, do que o conhecimento das causas do mal e a certeza de que, se bem haja prolongados despedaçamentos de alma, não há desesperos eternos, porque não é possível seja da vontade de Deus que a sua criatura sofra indefinidamente? 32 Que de mais reconfortante, de mais animador do que a ideia que de cada um dos seus esforços é que depende abreviar o sofrimento, mediante a destruição, em si, das causas do mal? Para isso, porém, preciso se faz que o homem não retenha na Terra o olhar e só veja uma existência; que se eleve, a pairar no infinito do passado e do futuro. 33 Então, a justiça infinita de Deus se vos patenteia, e esperais com paciência, porque explicável se vos torna o que na Terra vos parecia verdadeiras monstruosidades. As feridas que aí se vos abrem, passais a considerá-las simples arranhaduras. 34 Nesse golpe de vista lançado sobre o conjunto, os laços de família se vos apresentam sob seu aspecto real. Já não vedes, a ligar-lhes os membros, apenas os frágeis laços da matéria; vedes, sim, os laços duradouros do Espírito, que se perpetuam e consolidam com o depurarem-se, em vez de se quebrarem por efeito da reencarnação.

 

35 Formam famílias os Espíritos que a analogia dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição induzem a reunir-se. Esses mesmos Espíritos, em suas migrações terrenas, se buscam, para se gruparem, como o fazem no espaço, originando-se daí as famílias unidas e homogêneas; 36 e se, nas suas peregrinações, acontece ficarem temporariamente separados, mais tarde tornam a encontrar-se, venturosos pelos novos progressos que realizaram. Mas, como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que Espíritos menos adiantados encarnem entre eles, a fim de receberem conselhos e bons exemplos, a bem de seu progresso; 37 eles se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles outros, o que constitui para estes a prova e a tarefa a desempenhar. Acolhei-os, portanto, como irmãos; auxiliai-os, e depois, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que, a seu turno, poderão salvar outros. — (SANTO AGOSTINHO. Paris, 1862.)

 

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Carla Pontes: Laços de família.  †

Tema principal

  1. Por que é que, entre os animais, os pais e os filhos deixam de reconhecer-se, desde que estes não mais precisam de cuidados?

 

“Os animais vivem vida material e não vida moral. A ternura da mãe pelos filhos tem por princípio o instinto de conservação dos seres que ela deu à luz. Logo que esses seres podem cuidar de si mesmos, está ela com a sua tarefa concluída; nada mais lhe exige a Natureza. Por isso é que os abandona, a fim de se ocupar com os recém-vindos.”

 

 

  1. Há pessoas que, do fato de os animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não serem os laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

 

1 “Diverso do dos animais é o destino do homem. Por que, então, quererem identificá-lo com estes? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. 2 Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (205.)

 

 

  1. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?

 

“Uma recrudescência do egoísmo.”

 

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Carla Pontes: Consanguinidade

Tema principal

1 Recebes no lar a herança do passado, com a qual reestruturas o próprio destino, na direção do futuro.

 

2 É aí, no cadinho fervente das reações espirituais intensivas que se nos exercita o coração para servir à família maior, a estender-se na Humanidade.

 

3 Recorda que, entre as quatro paredes da organização doméstica, recolhes os desafetos mais profundos para transformá-los em sagrados depósitos afetivos, sob o selo do esquecimento com que a lei do Senhor socorre a vida física.

 

4 O Cristo reúne nos mesmos laços de sacrifício, aqueles que se algemaram no pretérito a delitos obscuros e ajuda-os no resgate das faltas perpetradas em comum, sustentando-os nos conflitos purificadores que tantas vezes surgem, estranhos e contundentes, nos elos da consanguinidade.

 

5 Se possuis ao teu lado alguém que se constitua num fardo vivo a carregar, compadece-te e ajuda sempre.

 

6 Todos nós, quando no mundo, recebemos a imposição de auxiliar aqueles que, retardados na senda evolutiva, esperam de nosso esforço, a migalha de luz que os arrebatará ao domínio das trevas.

 

7 Se foste defrontado, contrariamente aos teus sonhos, por familiares que não se harmonizam com o teu modo de ser, lembra-te de que o credor antigo comparece em tua casa reclamando-te pagamento.

 

8 Se surpreendes naqueles em que depunhas a melhor esperança, modificações que te envolvem nas inquietantes vibrações do desapontamento e da amargura, silencia, desculpa e segue adiante, amparando-os como puderes.

 

9 Não valem a deserção das obrigações regeneradoras ou a fuga da renunciação ao áspero serviço que nos cabe atender, porque amanhã a vida constranger-nos-á, de novo, a regressar ao cálice de fel menosprezado, a benefício de nossa própria cura.

 

10 Ama aqueles que o Senhor te confiou quais são e não como desejarias tu fossem eles, porque, pelos teus votos bem cumpridos, encontrarás o caminho do acesso à sublime comunhão nas alegrias de tua família espiritual.

 

Emmanuel

 

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Carla Pontes: Avozinha

Tema principal

1 Doce figura de velhinha,

Que reza a Deus pelos seus netos.

Oh! que puríssimos afetos,

São os afetos da avozinha!

 

2 Dentro em sua alma não existe,

O ardor do sol da mocidade,

Ali há luz da suavidade,

De suavidade meiga e triste.

 

3 Nos lindos contos pequeninos,

Que nos relata devagar,

Como parece então amar

A pulcritude dos meninos.

 

4 São as histórias de beleza

Dos pobrezinhos no Natal,

São as do bem, vencendo o mal,

Do rei, do príncipe e a princeza;

 

5 As dos castelos fulgurantes,

Cheios de fadas encantadas,

Que adormeciam nas estradas

Os descuidados passeantes;

 

6 As do gênio dos carinhos,

Que Deus mandava aos desditosos,

Que então vestia os andrajosos,

E dava pão aos órfãozinhos;

 

7 As do enjeitado sofredor,

Que não possuía o amor materno

E que um anjinho muito terno,

Levara ao Céu com todo amor.

 

8 Ah! avozinha o tempo voa,

Mas tua angélica figura,

Fica em nossa alma sempre pura

Doce velhinha que abençoa!

 

Francisco Xavier

 

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Sergio Bezerra de Menezes: A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unidade da existência os rompe. (ESE)

 

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Sergio Bezerra de Menezes: Sexo e destino

 

 

        AutorFrancisco Cândido Xavier,Waldo Vieira

        Autor EspiritualAndré Luiz

 

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Fernanda Alcantara Espaço azul: Família é todo grupo que pode haver amor e compreensão, independente de constituição e formação por gênero. Somos uma família universal!

 

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ILKA: Minha família , o mundo e eu. autor Raul Teixeira Autor Espiritual Camilo

 

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Sergio Bezerra de Menezes: Senhor das moscas  William Golding

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