Entrevista com Divaldo Pereira Franco pelo GeaE em 1996

PROJETO ENTREVISTA ELETRÔNICA*
Entrevista nº 3, ano 1996

 

1 –  Divaldo, querido amigo:

Sem qualquer pretensão de bajular, todos os que lhe conhecem e conhecem também alguma coisa sobre o movimento espírita do exterior, sabe que você é o grande bandeirante da divulgação espírita no mundo, representando o “Paulo de Tarso” dos nossos dias, enfrentando todas as dificuldades. 

Agora, que acabamos de realizar a primeira semana espírita de New York, nos Estados Unidos, onde você começou a plantar as primeiras sementes, despertando a vontade de fazer espiritismo por aquelas terras, pergunto: Qual a melhor contribuição que os espíritas brasileiros, principalmente aqueles ligados a divulgação da Doutrina, poderiam dar para ajudar-lhe a divulgar o Espiritismo no mundo, colaborando com os poucos trabalhadores dos diversos países?

A melhor contribuição que poderemos oferecer em favor da correta divulgação do Espiritismo em outros países, será sempre, e essencialmente, fundamentarmos os conceitos e propostas na excelência das Obras básicas, apresentadas por Allan Kardec. Evitar-se “originalidades”, conceitos pessoais, movimentos que se caracterizem pela necessidade de criar-se grupos vinculados ao indivíduo em detrimento do objetivo essencial da própria Doutrina. Creio, também, que devemos respeitar as idiossincrasias de cada país, naturalmente orientando corretamente os interessados, sem a preocupação de impor a Mensagem “à brasileira”, porquanto só há o Espiritismo. E, por fim, mediante o exemplo da vera fraternidade que nos identifique como discípulos do Mestre Jesus, que não disputamos primazias nem destaques infantis.

2 – Como estabelecer os limites entre o PROSELITISMO e o trabalho de divulgação da Doutrina dos Espíritos, tão necessária nos dias de hoje?

Os limites entre fazer proselitismo e indivíduos conscientes do Espiritismo estão na tolerância que devemos ter pelas ideias alheias, na solidariedade que devemos manter em relação a todas criaturas e no trabalho continuado de esclarecer sem impor, orientar sem exigir, exemplificar sem exibicionismo vulgar.

Espiritismo é Doutrina da razão, e somente através dela se podem colimar os objetivos que se perseguem: iluminar consciências, libertando-as da ignorância e confortando corações varridos pelas tempestades dos sofrimentos. 

Quando se tem como dever amar, servir e perseverar, o proselitismo cede lugar à divulgação correta, qual a realizou Allan Kardec, que jamais agrediu aqueles que não pensavam como ele, ou até mesmo aqueles que o perseguiam…

3 – Como você relaciona a recomendação de Kardec de que os Centros Espíritas devem se visitar constantemente, de forma a preservar a Doutrina Espírita e a divulgação do Espiritismo através da Internet?

Divulgar o Espiritismo por todos os meios nobres ao alcance é dever que nós devemos impor todos os seus adeptos sinceros e conscientes. Nesse sentido, a INTERNET é abençoado veículo que nos chega ensejando a oportunidade. No entanto, é necessário muito cuidado, a fim de que as opiniões pessoais, as paixões de grupos e de seitas não predominem em nosso esforço, descaracterizando o trabalho dignificante. 

Ideal seria, se todos aqueles que se propõem a cooperar na divulgação do Espiritismo, particularmente pela INTERNET, que tem uma penetração insuspeitada, tivéssemos o cuidado de elaborar bem os textos, evitando repetições, incorreções doutrinárias e linguísticas – gramaticais e gráficas -, zelando mais pela forma e pelo conteúdo, a fim de qualificar o que se deseja transmitir.

Quanto à visita entre as Sociedades Espíritas é fundamental que ocorra, a fim de bem se exercitar a fraternidade que deve viger entre todas, demonstrando que o ensinamento que é apresentado aos ouvintes, é vivido pelos que a dirigem. 

Na parábola do “feixe de varas” apresentada por Jesus temos o modelo que nos deve inspirar. Solitários, seremos facilmente vencidos; em grupo, todavia, teremos resistência para superar as investidas perturbadoras, permutando opiniões, intercalando ideias, dirimindo conflitos e trabalhando pelo bem comum.

4 – Qual o real papel dos eventos doutrinários espíritas para a boa divulgação da Doutrina, já que nem sempre os eventos têm dado a devida importância a relevantes aspectos doutrinários? Como fazer para melhoralos?

Os eventos doutrinários são recurso extraordinário que se encontram à disposição dos espíritas que amam a Doutrina e desejam divulgá-la corretamente.

Necessário, porém, considerar-se a qualidade dos temas a serem discutidos, bem como a “folha de serviço” daqueles que irão fazê-lo. É sempre de bom alvitre que se tenha em mente o cuidado na seleção dos expositores, evitando-se aqueles que se comprazem em polemizar, ironizar, combater os outros, criando desnecessárias áreas de atrito. Outrossim, que se observe a necessidade de abordagens espíritas utilizando-se também da contribuição dos pensadores e cientistas contemporâneos, que oferecem valiosos subsídios demonstrando, assim, a atualidade do pensamento espírita.

5 – Frequentemente, observamos na grande imprensa uma grande confusão de conceitos, especialmente no que tange à menção de assuntos de umbanda e/ou candomblé, como se fossem de Espiritismo. O que o senhor sugeriria no sentido de melhor esclarecer e difundir junto à opinião pública o que é verdadeiramente o Espiritismo?

A melhor maneira de evitarmos a “confusão” existente entre o conceito de Espiritismo e de outras Doutrinas animistas afro-brasileiras e quejandos, é expormos sempre com segurança e clareza os postulados que o constituem, sem nos preocuparmos com a má fé que caracteriza determinados Órgãos que teimam em procurar apresentá-lo equivocamente. O Espiritismo se caracteriza pela profundidade dos seus conceitos, pela lógica com que os apresenta, oferecendo a “fé que enfrenta a razão face a face em todas as épocas da Humanidade” sem alterar-se, como bem acentuou Allan Kardec. 

6 – Notamos hoje um certo desinteresse pelo estudo e até mesmo pela simples leitura das obras básicas e uma crescente procura pelas obras subsidiárias em especial pelos romances espíritas. A que se deve este fato e como podemos revertê-lo sem ferir o livre arbítrio de cada um?

Uma das características psicológicas da criatura humana imatura é a ingenuidade cultural, graças, à qual, prefere o mito à realidade, a fantasia à verdade, o conhecimento superficial ao profundo. Assim, há ainda predominância de indivíduos nos níveis de consciência de sono, de conhecimento pré-mágico e mágico, ainda distante do lógico, do racional. Como conseqüência, há predominância de interesse pelos romances, pelas páginas mediúnicas, particularmente aquelas recheadas de absurdos, de propostas miraculosas e fantásticas, como acontece na literatura contemporânea em geral, olvidando-se, em nosso caso específico, de estudar para libertar-se, de aprender para compreender a Doutrina, na sua fonte legítima, que são as Obras da Codificação.

Cumpre-nos, então, em conhecendo essa expressão evolutiva de grande número de pessoas, insistir no ensino da Doutrina, apresentando-a de forma agradável, sem ferir-lhe os postulados e de forma que se faça atraente aos menos interessados.

7 – Qual a diferença entre operações mediúnicas e as operações feitas por médiuns como Zé Arigó, Dr.Edson e outros?

As cirurgias mediúnicas são invariavelmente realizadas no perispírito dos pacientes, onde se encontram as “matrizes” dos males que os afligem. Quando se trata de intervenções com instrumentos cortantes e, muitas vezes, espetaculosas, parecem ter a finalidade de chamar a atenção, porquanto esse recurso é desnecessário. Os Espíritos possuem meios hábeis para auxiliar sem agredir os cânones da Medicina, nem criar deslumbramentos desnecessários, nem exibições perfeitamente dispensáveis. 

O fenômeno mediúnico pertence à Humanidade, enquanto que a Doutrina Espírita veio para dar-lhe equilíbrio, orientação. 

Uma prece ungida de amor, uma aplicação de passe ou da água fluidificada (bio-energia) constituem recursos terapêuticos de alto valor, que não podem ser desconsiderados.

8 – Considerando-se as necessidades do espírito e a modelagem do corpo para atender a essas necessidades, como analisar as conquistas da ciência no campo da fertilização em laboratório, bebês de proveta, exames que detectam a má formação do feto, etc.?

Todas as conquistas da Ciência são inspiradas por Deus, que envia os Seus apóstolos na roupagem de pesquisadores, a fim de promoverem o progresso das criaturas humanas. Assim, o Espiritismo as respeita e as tem em alta consideração, porquanto, conforme acentuou Allan Kardec: “O Espiritismo marcha ao lado da Ciência, mas não se detém onde ela pára”.

À medida que o ser humano evolui, vai diminuindo a “necessidade” do sofrimento que antes o atenazava. Superando as dores físicas, cresce espiritualmente, a fim de superar as morais, que são as mais difíceis de ser enfrentadas.

Desse modo, na razão direta em que a Ciência identifica soluções para os sofrimentos humanos, o Espírito progride pelo amor, construindo o bem e renovando-se mediante a iluminação de consciência, com que se equipa de instrumentos para crescer e libertar-se.

9 – Divaldo, Como o Espiritismo encara doenças como a AIDS? É um carma para as vítimas? Expiação e provas? Freio da espiritualidade superior diante da promiscuidade de parte da humanidade?

Todas as doenças se encontram no mundo, como “necessidades” da criatura humana, através de cujo concurso adquire equilíbrio e “pensa nas coisas do Alto”. A sistemática rebeldia do ser humano responde pelos processos dilaceradores que o afligem periodicamente, em razão da sua indiferença pela vida espiritual.

Tudo poderia ser evitado, se apenas a criatura “fizesse ao seu próximo aquilo que gostaria que ele lhe fizesse”, naturalmente fazendo-se a si próprio todo o bem possível.

A AIDS é uma doença provacional e expiatória, a depender daquele que a contrai. Se o faz, mediante a conduta irresponsável, submete-se aos efeitos do ato insensato, experimentando provação; se é vítima de transfusão de sangue contaminado, de contágio perinatal, ou de outra forma, sem que seja responsável, está diante de uma expiação, que deve expungir, reparando males praticados em vidas pregressas.

10 – Por que a homossexualidade está presente no ser humano desde a mais tenra idade? Quando uma criança manifesta tendências homossexuais, como devemos reagir? Aceitar ou tentar fazer algo para mudar o quadro?

A criatura humana experimenta no seu processo de desenvolvimento quatro expressões na área do sexo: assexualidade, heterossexualidade, homosexualidade e bi-sexualidade.

Na assexualidade, o indivíduo possui anatomia, porém não se sente atraído pelo prazer sexual; na heterossexualidade o ser é identificado pela correspondência entre a anatomia e a psicologia, estando habilitado à comunhão sexual que procria e faculta o equilíbrio físico e psíquico; no homossexualismo o indivíduo possui uma anatomia diferente da sua psicologia; e na bi-sexualidade a criatura entrega-se à variedade de sensações mediante as duas polaridades, tanto a física como a psíquica.

É, portanto, natural que, através das reencarnações, se expressem as diferentes manifestações sexuais, algumas das quais passando despercebidas. 

Seja porém, qual for aquela em que o Espírito se reencarne, cumpre-lhe vivenciar a conduta moral saudável, evitando-se comprometimentos mais graves.

O Espírito é autor do seu destino. Conforme suas ações experimentará reações equivalentes. Assim, são muitos os fatores que se expressam no homossexualismo, desde aqueles que procedem da conduta anterior do Espírito até aqueloutros psicossociais, sócio-morais, sócio-culturais, e mesmo de natureza psiquiátrica qual ocorre em qualquer outra área do comportamento humano, quando perturbador.

11 – Como o senhor vê este momento de transição (passagem da Terra de um planeta de “Provas e Expiações” para um planeta de “Regeneração”) que estamos passando? que a espiritualidade nos informa e nos alerta sobre a chegada do 3º milênio?

O momento, no qual, nos encontramos é, realmente, de transição. Observamos que os valores humanos, ético-morais, intelectuais, artísticos, sociais e outros experimentam grande impacto no contexto da nossa sociedade em desalinho. É o momento da avaliação das conquistas pessoais, que passam pelas provas experimentais que decorrem do processo de evolução tecnológica e científica sem os correspondentes tesouros morais e espirituais.

Esse fenômeno, no entanto, é lento, e vem ocorrendo desde há muito tempo.

O Terceiro Milênio, em conseqüência, será o período em que se estabelecerá na Terra, o “mundo de regeneração”, anunciado pelos Espíritos. Todavia, essa transformação não se dará como pensam alguns de forma violenta, mediante cataclismas, tragédias, guerras, desgraças, que são de todas as épocas, porém, através de outros fenômenos, quiçá, mais dolorosos, como vem ocorrendo, e que se caracterizam pelas dores morais, pelos processos de desgaste emocional, de dilaceração orgânica e de enfermidades mais rigorosas, ou, quem sabe? de natureza imprevisível, porque os desígnios de Deus são impenetráveis…

A nós nos cabe o trabalho do bem incessante, o cumprimento reto dos deveres e a consciência lúcida trabalhando pela renovação e pela paz. 

12 – Numa reunião de educação mediúnica temos vários médiuns exercitando a psicografia. Mesmo considerando os ensinamentos de “O Livro dos Médiuns” e após considerável tempo de observação, encontramos dificuldade de avaliarmos os candidatos quanto a esta modalidade mediúnica. Como decidirmos sobre o real aproveitamento de médiuns psicografos? É imprescindível a existência de médiuns psicografos na casa espírita ?

A mediunidade expressa-se de formas variadas. O exercício de qualquer uma dessas faculdades deve constituir recurso de aprimoramento moral e espiritual do médium.

No que diz respeito à psicografia, o mecanismo que a faculta no ser humano, também permite a psicofonia. Desse modo, pode-se exercitar ambas as possibilidades, aguardando-se os resultados. Naturalmente, nem todos aqueles que se dediquem a esses exercícios lograrão resultados opimos, com exceção daqueles que são os médiuns “ostensivos”.

O real aproveitamento do exercício será observado mediante os “frutos” das comunicações, que deverão sempre passar pelo crivo do bom senso. 

Não vejo imprescindibilidade de psicógrafos na Casa Espírita. Kardec recomendou o seu exercício por ser uma faculdade mais simples e de menos perigo para quem deseja realizar experiências mediúnicas.

13 – O que fazermos para nos tornarmos um trabalhador ativo na obra e na vontade do Sr. Jesus?  Existe a vontade de trabalho mas ao mesmo tempo, existe uma barreira impeditiva onde se encontra o comodismo, a falta de disposição, a falta de iniciativa, a falta de conhecimento em que área seríamos mais úteis.

Jesus foi muito claro quando acentuou a necessidade de ser-se “fiel até o fim”.

Iniciar tarefas e abandoná-las, logo passa o entusiasmo, é muito comum nas criaturas humanas em todas as áreas do comportamento. Para que se persista, no entanto, é indispensável esforço continuado e perseverança no ideal, superando a tendência para a indolência e o comodismo, ou para as variações que decorrem das novidades.

A única “receita” para a firmeza no ideal e na transformação moral, que eu conheço, é aquela que advém do despertamento real para a vida, mediante o conhecimento de si mesmo e o esforço íntimo para prosseguir.

14 – Jesus nos ensinou a orar não só pelos nossos amigos, mas também pelos inimigos, sem restrições. Quando oramos com fé sincera e com amor por alguém, mentalizamos este alguém. Se este alguém estiver passando por difíceis provas (obsessão grave por exemplo), corre-se o risco de haver ligação de alguma forma negativa para nós mesmos? Ouvimos opinião que não devemos mentalizar o alguém acima citado, mas sim direcionar a Jesus e Ele abençoaria tal pessoa. Não há contradição nisso? Numa reunião de Evangelho no Lar não devemos orar pelos que sofrem (conhecidos ou não)? Qual a sua posição sobre isso?

Criou-se uma superstição que grassa em nosso Movimento que, orar por outrem, é também uma forma de atrair os problemas que o afligem, assim como orar pelos desencarnados produz perturbação no lar, assim convocando-os para as atividades domésticas. É de lamentar que crendices e fantasias encontrem fácil aceitação num Movimento doutrinário que se deve caracterizar pela lógica, pela razão, como o é o espírita.

A luz não propicia trevas, nem o bem faz mal. Quando oramos por alguém, irradiamos sobre ele nossas melhores energias e suplicamos o auxílio das Forças do Bem em seu favor, disso advindo bênçãos para nós. O bem que fazemos, faz-nos muito bem. Todo auxílio que direcionamos em favor do nosso próximo é luz que acendemos em nosso próprio caminho.

Assim, deveremos orar sempre por todos aqueles que nos solicitam ou não. 

Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Allan Kardec nos apresenta diversas sugestões, ensinando-nos a orar em favor de todos. Fora isso negativo e ele não o faria.

Nas reuniões espíritas de estudos do Evangelho no lar, deveremos, sim, orar pelos nossos irmãos sofredores, necessitados ou não, necessitados e sofredores que, de alguma forma, somos todos nós… 

15 – Joanna de Ângelis só se manifesta através de sua pessoa, ou também através de outros médiuns?  Neste caso, como fazer para termos certeza de ser ela mesma ou outro espírito querendo se passar por esta irmã de tanta luz?

Os Espíritos não são propriedades dos médiuns, antes esses são-lhes instrumentos que se devem tornar dóceis à sua orientação e “comando”. Ocorre, porém, que há determinado tipo de afinidade entre certos Espíritos e os médiuns pelos quais se comunicam. 

A melhor maneira de saber-se se se trata de uma ou de outra Entidade, é submetê-la à prova. Os Bons Espíritos não se recusam a identificar-se e a responder as perguntas do grupo no qual cooperam. Negar-se a isso, seria motivo de suspeição, porquanto eles têm interesse em esclarecer e jamais em confundir.

16 – O intercâmbio entre os planos atualmente se realiza através de recursos medianimicos.  Gostaria de saber quais as necessidades para implementação do Transcomunicação Instrumental. Se este novo recurso pode permitir avanços na ciência, educação moral e auto aperfeiçoamento. O que você tem a trazer de novo sobre este assunto?

A Transcomunicação Instrumental é valioso recurso que os Bons Espíritos nos oferecem para eliminar as suspeitas da interferência dos médiuns nas comunicações, assim como também de outros fatores psíquicos e anímicos apresentados pelos estudiosos da Parapsicologia e de outras doutrinas equivalentes.

Não obstante, deveremos sempre recordar, que foi Allan Kardec o primeiro experimentador na área da TCI. Foi ele quem, se utilizando das “mesas girantes”, da “cestinha de vime”, das “ardósias lacradas”, constatou a interferência e a comunicação dos Espíritos, interessados em demonstrar a imortalidade da alma e a Justiça Divina, das quais, aprimoradas pela capacidade incomum do mestre lionês que, recorrendo aos médiuns psicofônicos e psicógrafos, nos ofereceu a extraordinária Codificação Espírita, que é a pedra angular da Nova Era.

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O projeto “entrevista eletrônica” é uma organização conjunta de: Casa Editora ‘O Clarim’

Grupo de Estudos Avançados Espíritas – GeaE

Instituto de Difusão Espírita – IDE

Publicações Lachâtre

 

Projeto “Entrevista Eletrônica”, entrevista nº 3, ano 1997, Divaldo Pereira Franco, Hermínio C. Miranda, Luciano dos Anjos, L. Palhano Jr. Jorge Andrea dos Santos e Matheus Tubino

 

É permitida a reprodução parcial ou total do texto contido neste documento, para fins pessoais e não lucrativos, desde que o texto não seja alterado e seja citada a fonte.

 

Os direitos autorais do material aqui contido pertencem aos entrevistados.

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