por Nubor Orlando Facure.
Com o que me fazes ouvir, com as explicações que me ofereces, passo a compreender melhor.
Com o que me fazes sentir, com as emoções que me atingem, passo a recordar o que já vivi.
Com o que me fazes mudar, passo a aprender para sempre.
A criatividade humana inverteu o processo de evolução.
O homem muda o ambiente para adaptar-se às mudanças que deseja.
Quando ele muda o comportamento, força o mundo a mudar.
Por isso, ele muda o tipo de uva e transforma a terra para beber um bom vinho.
A vida instala problemas para servir de freio de mão.
Mantém-nos em baixa velocidade, poupando-nos de muitos desatinos.
Se temos pressão alta, temos de cortar o sal.
Há dois “silêncios” absurdos no transtorno mental:
o paciente não se dá conta do que sofre;
a sociedade não se dá conta da loucura que produz.
A beleza da medicina é que ela nos permite testar o improvável, desafiar o impossível, atuar no limite entre a vida e a morte e, mesmo assim, acreditar que colheremos milagres.
O mundo que vemos é uma construção mental:
uma imaginação,
uma assimilação,
uma sintonia,
uma revisão de experiências,
uma incorporação dos objetos.
O belo é, também, uma definição mental.
Sempre tive bons olhos para ver quem enxergava meus erros e me ensinava a corrigi-los.
Não tente ajustar o que você é ao que querem que você seja.
Isso vai lhe deformar, e o outro não vai reconhecê-lo mais.
O cérebro é o órgão com o qual o Espírito se insere nas coisas do mundo.
O Espírito aparece quando perturba o mundo.
Lição de casa
A frase de Hipócrates é muito oportuna:
“A vida é curta, a arte é longa, a ocasião fugidia, a experiência enganadora e o julgamento difícil.”

